Ipê-do-cerrado é um dos nomes populares da Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. 1832, nativa do cerrado brasileiro, nos estados de Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná,Santa Catarina e no Distrito Federal

Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo, onde é encontrada também no domínio da Mata Atlântica.

Outros nomes populares: ipê-amarelo, ipê-cascudo, ipê-do-campo, ipê-pardo, pau-d’arco-do-campo, piúva, tarumã.

Ocorre também na Argentina, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, El Salvador, Guatemala e Panamá.

Como outros ipês, a madeira é usada em tacos, assoalhos, e em dormentes e postes. Presta-se também para peças torneadas e instrumento musicais.

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A Serra do Cipó é atualmente uma das principais províncias turísticas do estado de Minas Gerais. Inserida na região metropolitana de Belo Horizonte, na Estrada Real e no Circuito do Diamante; com um Parque Nacional, relevo especialmente acidentado, beleza cênica ímpar, inúmeras cachoeiras e uma das floras mais diversificadas do mundo; a região contabiliza um acervo invejável para o lazer, a prática de atividades ao ar livre, e a pesquisa científica. Além disso, reúne condições excepcionais para moradia e a implantação de empreendimentos das mais variadas espécies.

 De acordo com pesquisadores, quase metade das espécies da fauna e flora do Cerrado se distribuem pelo imenso vale. A floresta de canelas-de-ema gigantes é uma marca do campo rupestre. Neste cenário, a busca é por um ser pequenino: o beija-flor-de-gravata-verde.

BEIJA-FLOR-DE-GRAVATA-VERDE

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O ser humano é responsável por quase metade das mortes de raposas-do-campo (Lycalopex vetulus) que ocorrem foram de unidades de conservação. Além disso, a maioria dos animais morrem antes de oito meses de idade. As informações foram obtidas graças ao monitoramento da espécie, realizado pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

Entre as causas estão o envenenamento ou o aterramento de tocas com filhotes, de acordo com o biólogo Frederico Gemésio Lemos, responsável pelo programa de monitoramento e professor da UFG. Mas ainda ocorre o abate de animais, segundo ele. O estudo indica que a espécie corre o risco de extinção.

O ser humano é responsável por quase metade das mortes de raposas-do-campo (Lycalopex vetulus) que ocorrem foram de unidades de conservação. Além disso, a maioria dos animais morrem antes de oito meses de idade. As informações foram obtidas graças ao monitoramento da espécie, realizado pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

Entre as causas estão o envenenamento ou o aterramento de tocas com filhotes, de acordo com o biólogo Frederico Gemésio Lemos, responsável pelo programa de monitoramento e professor da UFG. Mas ainda ocorre o abate de animais, segundo ele. O estudo indica que a espécie corre o risco de extinção.

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Conheças as riquezas e as ameaças do bioma:

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O Arraiá do Cerrado de 2017, será de 27 a 30 de julho, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, com toda a programação artística e cultural gratuita.

O evento conta com apresentações dos melhores grupos de quadrilha do estado, humoristas, música, comidas típicas e muita diversão compõem a grade do evento mais esperado pelos amantes das manifestações religiosas e culturais. Este ano, 14 grupos quadrilheiros levam o colorido especial da festa e se apresentam no tablado.

No palco, shows com Falamansa, Rastapé, Moraes Moreira e Diego e Arnaldo. Os artistas regionais também fazem parte da festa e abrem, em grande estilo, as atrações nacionais da noite. Grace Carvalho, o violeiro Almir Pessoal, os sertanejos César e Alessandro, o DJ Caik, revelação da música eletrônica em Goiás, e Jeferson Leite com sua rabeca, sobem ao palco e também animarão o público do Arraiánas quatro noites de festa.

A feira de alimentação será instalada próxima ao local do palco e tablado, com grande variedade de comidas típicas e bebidas. Um parque de diversões também será instalado no local, para garantir a diversão infantil.

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Sementes coletadas no Distrito Federal foram enviadas ao Jardim Botânico de Jundiaí há dois anos com a missão de ajudar na recuperação do Cerrado no município de São Paulo.

O trabalho para manter o catálogo começa com a coleta de frutos, principalmente dentro da Estação Ecológica Jardim Botânico de Brasília, que tem 4,5 mil hectares destinados à conservação do Cerrado.

A quantidade da amostra é avaliada pelos servidores. “Costumamos coletar uma quantidade pequena, que sabemos que não vai fazer falta na natureza”, destaca a diretora de Fitologia.

O objetivo do banco em Brasília é manter o material nativo do bioma e ainda mostrar o que a estação abriga. Priscila conta que a decisão de focar em espécies daqui foi com base no estudo de índices de jardins de outras partes do País, que já abrigam espécies exóticas, por exemplo, e distintas. “A gente vê que tem umas espécies difíceis de coletar e armazenar. Então, as procuramos.”

SAIBA MAIS AQUI: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2017/07/22/jardim-botanico-mantem-banco-de-sementes-de-especies-do-cerrado/

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Chá feito com folhas da pitanga-do-cerrado auxilia no tratamento da diabetes.

Terra da Gente vai à Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) para conhecer o trabalho dos pesquisadores Marcelo Aparecido da Silva e Renan Gomes Bastos, dedicados a estudar as propriedades da pitanga-do-cerrado. A partir de experimentos, constatou-se que o chá preparado com as folhas da planta ajuda a controlar a diabetes.

Os estudos desenvolvidos pelos pesquisadores da Unifal-MG comprovam que as folhas da pitanga-do-cerrado são extremamente ricas em componentes polifenólicos, que auxiliam no processo de redução da glicose.

A forma indicada para consumir este remédio natural é por meio do chá. O ideal é usar cerca de quatro folhas grandes da pitanga-do-cerrado, triturá-las com as mãos em pedaços pequenos e colocar em um recipiente. Posteriormente, acrescentar cerca de 100 ml de água fervendo, tampar o recipiente e deixe descansar por 20 minutos.

Além de diminuir a glicose, os componentes do chá da pitanga-do-cerrado ajudam no aumento das taxas de colesterol bom.

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A legislação brasileira não garante plena proteção ao Cerrado, que tem a menor porcentagem de áreas sobre proteção integral (3%). Já a Caatinga tem somente 7% de seu território em áreas de proteção integral. Para fins de comparação, a Amazônia tem 50% do seu território protegido.

Assista ao vídeo abaixo e junte-se ao Pedro na proteção do CERRADO:

Saiba mais sobre a campanha aqui: http://semcerrado.org.br/

ASSINE  A PETIÇÃO NESSE LINK :https://www.change.org/p/junte-se-a-mim-na-defesa-do-cerrado-e-da-caatinga

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Mais de 50 organizações apoiam o abaixo-assinado; medida pode garantir maior proteção aos dois biomas.

O Cerrado é considerado o Berço das Águas porque é a região que abriga os três maiores aquíferos que abastecem o Brasil e países vizinhos: Guarani, Bambuí e Urucuia.Apesar de serem tão estratégicos para a sobrevivência da população, mais da metade da vegetação nativa do Cerrado já foram desmatadas e o bioma ainda não têm o status de Patrimônio Nacional. Uma das consequências mais visíveis do desmatamento é a falta d’água. As crises hídricas do Sudeste e do Centro-Oeste, que tiveram seu ápice em 2014 e 2015, são resultados desse problema.

Por isso, mais de 50 organizações e instituições de todo o Brasil lançaram no ano passado uma “Campanha Nacional em Defesa do Cerrado”. Na última semana, foi criada uma petição, que tem como objetivo pressionar a aprovação de uma proposta para exigir que os dois biomas virem Patrimônio Nacional.

A ação busca valorizar a biodiversidade e as culturas dos povos e comunidades do Cerrado, que vivem em harmonia com a natureza e lutam pela sua preservação. A água é o mote principal da iniciativa (“sem Cerrado, sem água, sem vida”) para reforçar o papel central do bioma no abastecimento do país.

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Seu nome científico significa: Çariama = nome, provavelmente indígena para a ave; e do (latim) cristata, cristatum = crista, crista emplumada. ⇒ Cariama com crista.

 É a ave símbolo do Estado de Minas Gerais.
Ave típica dos cerrados do Brasil, a seriema possui porte imponente e cauda longa.

A seriema inspirou diversas canções pelos rincões do Brasil. Exemplo bastante típico é este trecho da canção Seriema de autoria de Nhô Pai e Mario Zan, gravada por vários artistas sertanejos:

Oh, seriema de Mato Grosso teu canto triste me faz lembrar
Daqueles tempos que eu viajava, tenho saudade do teu cantar
Maracajú, Ponta Porã, quero voltar ao meu Tupã
Rever os campos que eu conheci, oh seriema eu quero ouvir
[…]

Hábitos

Comum em cerrados, campos sujos e pastagens, sendo beneficiada pelo desmatamento. Anda pelo chão, aos pares ou em pequenos bandos. Se perseguida, foge correndo, deixando para voar somente se muito pressionada, chegando a atingir velocidades superiores a 50 km/h antes de levantar voo. Cansada, voa pequenos trechos antes de pousar e voltar a correr. Vive aos casais, sendo mais facilmente escutada do que observada. De hábitos terrestres, empoleira-se no alto de árvores para dormir. Ao voar, destacam-se as faixas claras e escuras de asas e cauda.

CONFIRA AQUI AS OUTRAS ESPÉCIES DE AVES PRESENTES NO CERRADO: http://www.suapesquisa.com/mundoanimal/aves_do_cerrado.htm

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