A tradição maranhense do “Doce de Espécie”

          A guloseima se assemelha a um bom bocado e tem o tamanho e o formato de uma tartaruguinha. A iguaria se tornou uma tradição na cidade ao ser distribuída pelos moradores durante a Festa do Divino. A receita é encontrada somente em Alcântara e foi herdada dos açorianos. – 3 xícaras de coco ralado grosso – 2 xícaras de açúcar – 1 xícara de água Massa: – 2 xícaras de farinha de trigo – 5 colheres (sopa) de óleo – 1/2 colher (chá) de sal – 1/2 xícara de água.

Modo de Preparo:

Colocar todos os ingredientes numa panela e levar ao fogo alto mexendo sem parar. Depois que a calda começar a ferver, mexer de vez em quando. Quando a mistura estiver bem cremosa, desligar o fogo, passar para um tabuleiro untado com manteiga e deixar esfriar.

Preparo da massa:

Colocar a farinha de trigo numa tigela e juntar o óleo, o sal e a água. Misturar até que a massa fique homogênea. Em seguida, polvilhar farinha de trigo sobre uma superfície de trabalho. Abrir a massa com um rolo até ficar bem fina. Com a ajuda de um copo, cortá-la em discos. Polvilhar uma assadeira com farinha de trigo e colocar os discos de massa. Preparo final: No meio de cada disco de massa, colocar uma colher de sopa generosa da cocada já fria. Decorar cada docinho com tiras finas da massa, fazendo um laço. Colocar os doces em forno quente e assar por aproximadamente 20 minutos.

 

Fonte: http://www.bonde.com.br/gastronomia/receitas/a
-tradicao-maranhense-do-doce-de-especie-107891.html

Postado em 1ª Série E. em

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