2ª Série A

Alterações climáticas

Durante os últimos 40 anos, pesquisadores se perguntavam: O mundo está aquecendo? Se sim, é culpa dos humanos? E seria a natureza capaz de superá-lo? Porém, nos últimos anos os cientistas passaram a concordar com as respostas: sim, sim e não, exatamente como supunham. Em 1995 o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) afirmou: “A análise das evidências sugere que os seres humanos estejam influenciando o clima global”. Em 2007, com os dados colhidos pelos pesquisadores, provocaram uma mudança no discurso do Painel: “O aquecimento global é inequívoco, e muito provavelmente é causado pela ação humana”. Os efeitos do aumento da emissão dos gases causadores do efeito estufa nos mares e geleiras foram mais rápidos do que o esperado, e as mudanças de comportamento esperadas por governos de alguns países, como EUA, não estão acontecendo. E nós já vimos aqui no Blog porque não irá acontecer, já que é um evento natural do planeta e a fase agora é de resfriamento.

 

Minúsculas máquinas do tempo

O mundo pré-histórico pôde ser mais bem estudado com a descoberta de que moléculas como o DNA e o colágeno podem resistir por milhares de anos. A descoberta permitiu isolar o colágeno de um tiranossauro de 68 milhões de anos. Em 2011, cientistas publicaram o genoma de um Neandertal com muito mais DNA do que havia sido possível sequenciar em 1997, mostrando que este tinha pele clara e cabelo ruivo. Em 2005, duas equipes sequenciaram 27 mil bases do DNA de um urso antigo das cavernas. Outra equipe sequenciou 28 milhões de bases de um mamute e, com isso, descobriu que eles possuíam hemácias especiais adaptadas ao frio, e que a espécie se separou dos elefantes africanos 6 milhões de anos atrás. Em 2008, a mesma equipe sequenciou um mamute inteiro, primeiro genoma de um animal extinto. Também se conseguiu provar que nossos ancestrais tiveram filhos com Neandertais.

Descoberta da AIDS em 1983

Em 1983, dois grupos de pesquisa independentes liderados por Robert Gallo e Luc Montagnier declararam que um novo retrovírus poderia ter infectado os pacientes com AIDS e publicaram suas descobertas na mesma edição da revista Science.[24] [25] Gallo afirmou que o vírus que seu grupo de pesquisa isolou de um paciente com AIDS tinha uma forma muito semelhante a de outros vírus T-linfotrópicos, que sua equipe tinha sido a primeira a isolar. O grupo de Gallo chamou o vírus recém isolado de HTLV-III. Ao mesmo tempo, o grupo de Montagnier isolou um vírus a partir de um paciente que apresentava inchaço dos nódulos linfáticos do pescoço e fraqueza física, dois sintomas característicos da AIDS. Contradizendo o relatório do grupo de Gallo, Montagnier e seus colegas mostraram que as proteínas do núcleo do vírus eram imunologicamente diferentes das do HTLV-I. O grupo de Montagnier chamou o vírus que isolaram de lymphadenopathy-associated virus, LAV (em português: “vírus associado à linfadenopatia”).[16] Quando, em 1986, descobriu-se que estes dois vírus eram o mesmo, LAV e HTLV-III foram renomeados para HIV, sigla em inglês de vírus da imunodeficiência humana.

Se quiser saber mais sobre esta descoberta científica, acesse o site http://memoriaglobo.globo.com/programas/jornalismo/coberturas/aids-primeiras-noticias.htm

Acidente nuclear em Chernobyl

No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis pela unidade teriam que quebrar o cumprimento de uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu. Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Urânio-235, elemento químico de grande poder radioativo. Com o ocorrido, a usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Em termos comparativos, o material radioativo disseminado naquela ocasião era assustadoramente quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas no bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Por fim, uma nuvem de material radioativo tomava conta da cidade ucraniana de Pripyat. Ao terem ciência do acontecido, autoridades soviéticas organizaram uma mega operação de limpeza composta por 600 mil trabalhadores. Nesse mesmo tempo, helicópteros eram enviados para o foco central das explosões com cargas de areia e chumbo que deveriam conter o furor das chamas. Além disso, foi necessário que aproximadamente 45.000 pessoas fossem prontamente retiradas do território diretamente afetado.

(Fonte: Brasil Escola)

Avanços Biotecnológicos: Reprodução Humana

As alterações nos padrões genéticos que impossibilitavam a gravidez são relativamente comuns e hoje pessoas que sofrem com a incapacidade de gerar filhos podem contar com um auxílio: a inseminação artificialQuando os métodos de inseminação artificial surgiram um dos maiores entraves para o sucesso da técnica era a conservação do esperma. Por volta da década de 1950 foi desenvolvido um método chamado de criogenizaçãoque consiste no congelamento do sêmen o que aumentou a taxa de sucesso na prática, já por volta de 1970 tal processo já era comum e amplamente difundido em todo o mundo com milhares de casos confirmadamente bem sucedidos.

Posteriormente o grande advento científico nesse âmbito foi o processo de fertilização in vitro, que em consequência popularizou a expressão “mãe de aluguel”. Essa técnica   resolvia então o problema de milhares de mulheres em todo o mundo que não poderiam desenvolver uma gravidez normal e nem receber a implantação embrionária. Foram 10 anos de estudos  até que em 1978 o primeiro bebê de proveta nasceu.

Posteriormente, na década de 1980 iniciou-se o processo de congelamento de embriões humanos (técnica utilizada já em bovinos), o primeiro bebê oriundo de embrião congelado nasceu em 1984 na austrália.

Nas últimas seis décadas foram feitas grandes descobertas na área da reprodução humana. Todas as etapas, desde a primeira inseminação artificial bem sucedida, até a criogenização  de embriões humanos tem sido a alternativa viável para milhares de pessoas que sofrem com problemas de infertilidade em todo o mundo. Apesar disso todas as tecnologias referentes à reprodução humana sempre foram alvos de grandes especulações e críticas de várias partes da sociedade, entre prós e contras consideram-se os aspectos éticos, religiosos e morais, sem contar ainda o alto valor das técnicas, o que torna tais processos inviáveis para alguns setores da sociedade.

Fonte: Locus Cientifico

NASA cria projeto para evitar “Armagedom”

Estudos indicam que as chances de uma pessoa morrer por causa de um asteroide são de uma em 700.000. Essa é uma probabilidade bastante baixa, mas, mesmo assim, a Nasa está criando um projeto para evitar que um asteroide cause extinção em massa na Terra.

Todo asteroide é grande o suficiente para acabar com a existência dos seres humanos sobre a face do cosmos. Sabemos que a cada 35 milhões de anos mais ou menos, um evento de extinção em massa parece atingir o nosso planeta e, por isso, a Nasa tem uma missão de avaliação de impacto e deflexão para asteroides.

O grupo de pesquisa dos Estados Unidos tenta saber mais sobre a física e o movimento dos asteroides, a fim de avaliar uma forma de impedir que uma rocha desse tipo se aproxime da Terra. Com isso, a agência espera conseguir evitar um verdadeiro Armageddon.

Até o momento, o recurso mais viável para tentar afastar um asteroide da Terra seria empurrá-lo para fora do caminho da nossa órbita, criando, assim, uma margem de segurança.

A Nasa deve desenvolver a sonda AIM, que iria encontrar e orbitar o que é chamado de lua de asteroides. Segundo a proposta atual, a AIM teria como alvo uma grande rocha de 800 metros. É basicamente um asteroide binário chamado de 65803 Didymos, que tem a previsão de se aproximar da Terra no início da próxima década.

Esse asteroide foco do experimento não vai atravessar a órbita da Terra. Sendo assim, não há nenhuma preocupação sobre sua trajetória. A ideia da Nasa é apenas utilizar esse asteroide para estudar sua composição interna e externa. A proposta ainda está em andamento e deve ser lançada em outubro de 2020.

Infográfico:
Projeto AIDA

A agência pretende destruir a sonda AIM em um impacto com o asteroide para, então, verificar se tal impacto cinético seria suficiente para influenciar ou alterar o trajeto da rocha.

Fonte: Inverse.

Sondas lançadas atravessam ‘mar magnético’

Sondas lançadas em 1977 atravessam ‘mar magnético’ no espaço para sair do Sistema Solar
 
As sondas Voyager, da agência espacial americana Nasa, estão atravessando um ‘mar magnético’ para tentar sair do Sistema Solar.
As duas naves foram lançadas em 1977 e são responsáveis por colher alguns dos dados mais extraordinários da história da Nasa. Elas agora estão a mais de 14 bilhões de quilômetros da Terra, se aproximando do limite do Sistema Solar.
As sondas Voyager continuam enviando dados para o centro de controle da Nasa, no Estado americano no Texas. Cada mensagem demora 16 horas para atravessar a distância no espaço.
Nas palavras do astrônomo Eugene Parker, da Universidade de Chicago, a fronteira do Sistema Solar possui atividades energéticas intensas, como se fosse uma “banheira de hidromassagem agitada”.
Vários fragmentos de campos magnéticos passam como uma espécie de “vento” pelas sondas. Este processo está formando bolhas de magnetismo com dezenas de milhares de quilômetros de largura.
Os pesquisadores afirmam que estas descobertas têm impacto na forma como se entende os raios cósmicos – que são as tempestades de partículas de alta energia que se aceleram na direção da Terra, oriundas de explosões de estrelas e buracos-negros.
É provável que a massa de estruturas magnéticas torne o Sistema Solar mais poroso e suscetível a raios cósmicos.

Stephen Hawking

Stephen William Hawking nasceu exatamente no aniversário de 300 anos da morte de Galileu. Seus pais eram Frank Hawking, um biólogo pesquisador que trabalhava como parasitólogo no Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Londres, e Isabel Hawking. Teve duas irmãs mais novas, Philippa e Mary, e um irmão adotivo, Edward. Hawking sempre foi interessado por ciência. Em sua infância, quando ainda morava em St Albans, estudou na St Albans High School for Girls (garotos de até 10 anos eram educados em escolas para garotas) entre 1950 e 1953 – ele foi um bom aluno, mas não era considerado excepcional.

Entrou, em 1959, na University College, Oxford, onde pretendia estudar matemática, conflitando com seu pai que gostaria que Stephen estudasse medicina. Como não pôde, por não ser disponível em tal universidade, optou então por física, formando-se três anos depois (1962). Seus principais interesses eram termodinâmica, relatividade e mecânica quântica. Obteve o doutorado na Trinity Hall em Cambridge em 1966, de onde é atualmente um membro honorário. Depois de obter doutorado, passou a ser pesquisador e, mais tarde, professor no Gonville and Caius College. Depois de abandonar o Instituto de Astronomia em 1973, Stephen entrou para o Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica tendo, entre 1979 e 2009, ano em que atingiu a idade limite para o cargo, ocupado o posto de professor lucasiano de Matemática, cátedra que fora de Newton, sendo atualmente professor lucasiano emérito da Universidade de Cambridge.

Casou pela primeira vez em julho de 1965 com Jane Hawking, separando-se em 1991. Casou depois com sua enfermeira Elaine Mason em 16 de setembro de 1995, da qual se divorciou em 2006. Hawking continua combinando a vida em família (seus três filhos e três netos) e sua investigação em física teórica junto com um extenso programa de viagens e conferências.

Hawking é portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo sem, no entanto, atingir as funções cerebrais, sendo uma doença que ainda não possui cura. A doença foi detectada quando tinha 21 anos. Em 1985 Hawking teve que submeter-se a uma traqueostomia após ter contraído pneumonia visitando o CERN na Suíça e, desde então, utiliza um sintetizador de voz para se comunicar. Gradualmente, foi perdendo o movimento dos seus braços e pernas, assim como do resto da musculatura voluntária, incluindo a força para manter a cabeça erguida, de modo que sua mobilidade é praticamente nula. Em 2005 Hawking usava os músculos da bochecha para controlar o sintetizador, e em 2009 já não podia mais controlar a cadeira de rodas elétrica. Desde então outros grupos de cientistas estudam formas de evitar que Hawking sofra de síndrome do encarceramento, cogitando traduzir os pensamentos ou expressões de Hawking em fala. A versão mais recente, desenvolvida pela Intel e cedida a Hawking em 2013, rastreia o movimento dos olhos do cientista para gerar palavras.

Em 9 de janeiro de 1986, foi nomeado pelo papa João Paulo II membro da Pontifícia Academia das Ciências.

Em 2015, em Londres, Drake, Martin Rees e o empresário russo Yuri Milner, juntamente com Stephen Hawking, anunciaram suas intenções de fornecer US$ 100 milhões em financiamento ao longo da próxima década para os melhores pesquisadores do SETI, através do projeto “Breakthrough Listen” que permitirá que novos levantamentos de dados rádio e ópticos possam ocorrer usando os mais avançados telescópios.

Astrônomos Observam Evento Inédito em Enorme Buraco Negro

Buracos negros: “os buracos negros também podem absorver acúmulos gigantes e caóticos de nuvens de gás molecular muito frio” Uma equipe de astrônomos conseguiu observar pela primeira vez como um buraco negro maciço se alimentava de um acúmulo de nuvens de gás intergaláctico, um fabuloso fenômeno climático cósmico avistado graças ao telescópio ALMA, localizado no norte do Chile.

Os astrônomos captaram o grande buraco negro, localizado no centro de uma gigantesca galáxia a um bilhão de anos-luz da Terra, no momento em que engolia um “dilúvio intergaláctico”, o que se constitui na prova de um novo hábito alimentício destes buracos negros.

Até agora, os especialistas acreditavam que os buracos negros supermaciços se alimentavam de gás ionizado procedente da luminosidade da galáxia, um processo conhecido pelos especialistas como ‘acreção’.

Mas “a nova observação do ALMA mostra que, quando são dadas as condições climáticas, os buracos negros também podem absorver acúmulos gigantes e caóticos de nuvens de gás molecular muito frio”.

“Esta é uma das primeiras provas claras que um observatório nos proporciona sobre um buraco negro supermaciço que se alimenta de uma fria e caótica chuva”, afirma Frent Tremblay, astrônomo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, que participou do achado.

Segundo Tremblay, as nuvens frias e densas podem se fundir a partir do gás intergalático quente e cair diretamente no coração de uma galáxia onde o buraco negro central passa a se alimentar.

O telescópio ALMA conseguiu captar três nuvens de gás que viajavam a uma velocidade de 300 quilômetros por segundo para serem devoradas pelo buraco negro.

Os astrônomos sustentam que podem haver mil nuvens parecidas nas proximidades que poderiam continuar alimentando o buraco negro por muito mais tempo.

Os astrônomos pretendem usar o ALMA para continuar buscando estas “chuvas” em outras galáxias, com o objetivo de determinar se trata-se de um fenômeno tão comum como é sugerido pela teoria atual.

O Assustador Sanatório de Waverly Hills.

Em 1900 um surto de tuberculose atingiu a cidade de Louisville, no estado americano do Kentuck, o que fez as autoridades providenciarem um hospital com a finalidade de cuidar dos doentes. Assim, em 1910, um sanatório de madeira de dois andares foi inaugurado, que consistia de um edifício administrativo/principal e dois pavilhões ao ar livre, com capacidade para 20 leitos, totalizando 40 leitos, para o tratamento de “casos iniciais”.

Como os casos de tuberculose só aumentavam, foram adicionando mais e mais leitos, até que ele chegou a ter 150, sendo que 50 pertenciam ao pavilhão infantil.

Como a manutenção da estrutura de madeira do local consumia recursos e tempo e não suportaria mais leitos, as autoridades decidiram fazer um grande hospital com 5 andares e com espaço para mais de 400 leitos, que foi inaugurado em 1926. Durante os 17 anos seguintes, milhares de pacientes passaram pelo local e muitos deles morreram.
Com a introdução da streptomicina em 1943, o número de casos de tuberculose foi reduzido gradualmente, até que não havia mais necessidade de um grande hospital. Os pacientes que restavam em Waverly Hills foram enviados para o Sanatório Hazelwood em Louisville. Assim, em 1961 o sanatório de Waverly Hills foi fechado.

O prédio foi reaberto em 1962 com o nome de Woodhaven Geriatric Center, uma espécie de asilo, que tratava desde pacientes com demência, dificuldade de mobilidade até grave deficiência mental. Woodhaven foi fechado pelo estado em 1982, que alegou tratamento negligente aos pacientes, como às vezes é comum nesses ambientes de instituições sob pessoal e superlotadas.

Em 1983 o prédio foi comprado por 3.005 mil dólares. A intenção dos compradores era convertê-lo em uma prisão de segurança mínima para o Estado do Kentuchy, mas o plano foi abandonado depois de muita reclamação dos vizinhos. Então foi proposto converter o hospital em apartamentos, mas dificuldades financeiras não deixaram o projeto sair do papel.

Em 1996, Robert Alberhasky comprou Waverly Hills e a área circundante com a intensão de reformar o prédio e construir no topo a maior estátua de Jesus Cristo do mundo, com mais de 46 metros de altura, além de transformar o local em uma capela. O plano não deu certo porque o dinheiro arrecadado com os fiéis foi muito pouco.

Finalmente em 2001, Waverly Hills foi vendida para Tina e Charlie Mattingly, sabendo que milhares de pessoas perderam suas vidas no local enquanto ele foi hospital e depois asilo, que transformaram o local em uma atração turística, uma casa assombrada, e ganham dinheiro com o ingresso que cobram para as pessoas e as diversas equipes de caça fantasmas que visitam o local. Além disso, estão restaurando o prédio aos poucos.
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Para mais informações, imagens e vídeos.. Acessem: http://paranormalhoje.blogspot.com.br/2014/09/o-assombrado-sanatorio-de-waverly-hills.html